Na ausência das palavras de Bernardo sobre a peça, suas filhas contam que este banco foi encontrado no depósito de sua mãe, em 2024 e que está com a família desde os anos 60. Ângela recorda que, quando criança, ficava de pé sobre o banco, e seus pés afundavam entre as tiras de couro. A ideia de reeditar essa peça foi motivada por diversos pontos desejado pela Schuster: a solução de integrar dois materiais nobres, o couro e a madeira, para juntos proporcionar uma peça funcional. Um banco individual que na composição de ambientes funciona muito bem tanto unitário como em grupos.