Na ausência das palavras de Bernardo sobre a peça, Ângela conta que, em 2024, ao organizar os arquivos da produtora de sua mãe, encontrou uma coleção inédita de projetos de móveis feitos por seu pai — entre eles, o desenho do banco longo Paraty. Ela também encontrou uma foto em que aparecem a mesa de centro Leblon, a poltrona Senhor e o próprio banco longo Paraty. As lembranças sobre essa peça são remotas, mas, dentro das recentes descobertas, o banco ganhou protagonismo por seu design contemporâneo, leve e bem estruturado. Com estética leve e pautada na materialidade, do qual os materiais naturais são aplicados de forma pura para serem funcionais. Olhando sua proposta funcional, é um produto que atende a diferentes soluções de ambientações, como uma chaise, como divisor de ambientes e como um banco. Disponível em diferentes dimensões, ainda oferece a opção de ter uma ou duas mesas de apoio ou sem mesinhas.